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O Jogo Sujo da Transoeste: A empresa ignorou os trabalhadores por 4 meses para forçar o caos em Divinópolis

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TransOeste (liderado pela Trancid) ignorou pauta salarial desde dezembro; Prefeita Janete Aparecida assume a linha de frente para proteger cidadãos e motoristas contra a “irredutibilidade” da Trancid.

Divinópolis amanheceu sob o peso de uma paralisação que poderia ter sido evitada se houvesse o mínimo de caráter e responsabilidade por parte do Consórcio Transoeste.

Enquanto a prefeita Janete Aparecida se desdobra em reuniões e presença física na porta das garagens para garantir o direito da população, a diretoria do consórcio, liderada pela Trancid, demonstra uma ganância sem limites, tratando o transporte público não como um serviço essencial, mas como um instrumento de extorsão financeira.

A Voz da Experiência: “Eles Querem Só o Lado Deles”

O presidente do Sindicato dos Rodoviários, Erivaldo Adame, não poupou críticas à postura patronal. Em declarações contundentes, ele expôs o descaso histórico das empresas com aqueles que operam o sistema diariamente.

Segundo Adame, a pauta de reivindicações está nas mãos dos empresários há quatro meses, sem qualquer resposta digna.

“Nós mandamos uma pauta em meados de dezembro, fomos ignorados, não tivemos nenhum retorno por parte do consórcio. Já estamos quase no meados de abril… o consórcio só vai atender a hora que o trabalhador cruzar os braços”, afirmou Erivaldo Adame.

Para o líder sindical, a negociação travou devido ao egoísmo empresarial: “O consórcio está irredutível. O consórcio quer só o lado deles. Eu acho difícil chegar a um acordo”, lamentou o presidente, reforçando que a greve é a única linguagem que a Trancid parece entender.

Janete Aparecida: A Prefeita que vai à Luta

Em total contraste com a “covardia silenciosa” do consórcio, a prefeita Janete Aparecida assumiu uma postura de transparência e defesa intransigente do interesse público.

Portanto, em vez de se esconder atrás de burocracias, a prefeita fez questão de estar onde o problema acontece: na porta da garagem, às três da manhã, para conversar olho no olho com os motoristas.

“Às três horas da manhã dessa sexta-feira, eu vou estar na garagem conversando com o nosso motorista, que é quem faz ali o serviço essencial diariamente, para poder fazer a proposta para eles e, se Deus quiser, eles vão aceitar”, declarou Janete Aparecida.

A prefeita também expôs a pressão abusiva exercida pelas empresas para aumentar a passagem a níveis estratosféricos. Janete deixou claro que não aceitará a extorsão:

“Por mais que eu queira, eu não consigo segurar o reajuste. Mas eu vou tentar que seja o menor possível. O pedido (das empresas) é de seis e cinquenta e oito. Eu estou fazendo as contas… para a gente poder chegar no menor preço”.

A Falta de Caráter das Empresas

A atitude do Consórcio Transoeste é classificada como criminosa por muitos usuários. Como pode uma empresa que recebe subsídios milionários, opera ônibus com média de oito anos de uso e oferece um serviço precário, ter a audácia de recuar de um acordo salarial de 8% para oferecer apenas 3%?

A estratégia é clara: sucatear o serviço, explorar o motorista até o limite e depois culpar a prefeitura para tentar abocanhar mais dinheiro público.

É uma “atitude de empresa sem caráter”, que não cumpre o prometido e visa apenas extorquir o município de Divinópolis.

O Retrato do Descaso: Exploração e Serviço de Péssima Qualidade

A Trancid e suas parceiras prestam um serviço que envergonha Divinópolis. Ônibus velhos, frota reduzida e um histórico de promessas descumpridas.

Eles alegam prejuízo enquanto mantêm um monopólio que impede a livre concorrência e a modernização do setor. A intenção é clara: extorquir o município através de subsídios cada vez maiores, sem devolver um centavo em melhoria de qualidade para o passageiro.

Além disso, a exploração não é apenas financeira, é humana. O consórcio trata os motoristas como peças descartáveis de uma engrenagem de lucro.

Ao oferecer um reajuste pífio após meses de silêncio, o Transoeste prova que não possui compromisso social. Como afirmou o sindicato, eles só pretendem atender o trabalhador quando este for forçado à greve. É a política do “quanto pior, melhor”.

Apoio à Gestão e Justiça ao Trabalhador

O Portal Centro-Oeste Notícias reafirma: a greve é de inteira responsabilidade da Trancid e de seus parceiros. Parabenizamos a prefeita Janete Aparecida pela coragem de não ceder à chantagem dos R$ 6,58 e por se colocar fisicamente ao lado dos trabalhadores.

Portanto, povo de Divinópolis não é refém. Além disso, se o consórcio não tem competência ou honestidade para operar o sistema dentro da legalidade e do respeito humano, que se abra espaço para novas empresas que valorizem o cidadão e o motorista.

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