Frustrada por não ganhar um cabo eleitoral em vídeo sobre saúde mental e bullying, esquerda e militância petista destila ódio, ironiza suicídio e expõe a sanha de um grupo que manipula o medo, mente descaradamente sobre programas sociais e usa a empatia apenas como disfarce.
O episódio envolvendo o influenciador Felca e a sanha descontrolada da militância de esquerda escancara, de uma vez por todas, o modus operandi de um grupo político em que vale absolutamente tudo para se manter no poder, inclusive a mentira, o pânico e a desumanização cruel de quem ousa priorizar a dor humana em vez de servir de marionete partidária.
Há dois dias, Felca anunciou que publicaria um vídeo importante à meia-noite desta terça-feira (20), acompanhado da frase: “Eu me escondi por tempo demais”. Bastou isso para que a máquina de ansiedade e o delírio eleitoral da esquerda entrassem em parafuso. Apoiadores do presidente Lula criaram a expectativa fantasiosa de que o criador de conteúdo estaria prestes a declarar voto ou engajar-se na campanha petista.
A realidade, no entanto, era infinitamente mais profunda e humana: tratava-se de um relato corajoso, denso e doloroso sobre saúde mental.
Além de, fobia social, crises de ansiedade, o abuso de álcool como muleta emocional e o severo bullying que Felca sofreu na época da escola. Mas a resposta do campo progressista a um desabafo legítimo sobre dor e superação foi o ápice da abjeção moral.
O Linchamento Virtual: De Pedidos de Suicídio à Máscara Caída
Frustrados por não terem ganhado um palanque político de graça, simpatizantes de esquerda e figuras públicas partiram para o ataque com uma violência verbal assustadora. O influenciador Felipe Neto veio a público criticar a publicação, afirmando que Felca “não deveria falar sobre esse tipo de assunto neste momento”.
Portanto, como se a saúde mental e o sofrimento humano precisassem consultar o calendário eleitoral do PT. A página Point Pop publicou uma “carta aberta” lunática, chamando o desabafo de “estupidez maior que sua altura”, “vulgar” e “desnecessário”, acusando-o de se aproveitar de um “momento político frágil”.
Porém, o esgoto das redes sociais foi além. Perfis da base petista começaram a ironizar o tom do vídeo, a zombar da fobia social de Felca, a afirmar que ele “mereceu sofrer bullying” e, no grau máximo da crueldade humana, chegaram a sugerir abertamente que o influenciador tirasse a própria vida.
É aqui que se escancara a seletividade da esquerda (a famosa hipocrisia), enraizada até o talo no DNA desse movimento. Eles são seletivos ao extremo: basta uma crítica direcionada a suas lideranças ou a suas marionetes e piadas políticas para ver pipocarem vídeos indignados, notas de repúdio corporativas e discursos inflamados sobre empatia. Mas quando o ataque abjeto e criminoso parte da própria esquerda contra alguém que decidiu falar de dor e superação, o silêncio é absoluto. A empatia para essa turma tem dono, cor política e prazo de validade.
O Manual do Pânico: Mentiras sobre Programas Sociais e o Congelamento do Bolsa Família
Essa mesma baixeza moral que destila ódio nas redes é a que comanda a máquina de terrorismo psicológico na política. Para a esquerda, o medo é estratégia e a desinformação é método.
Na tentativa desesperada de se manter no comando, espalham o pânico na população com a narrativa mentirosa de que a direita vai acabar com o Bolsa Família, fechar farmácias populares, extinguir o FIES e fechar universidades. Mas a história desmascara a farsa: entre 2018 e 2022, a direita governou o país e nenhum desses programas acabou. Pelo contrário: foi justamente em um governo de direita que o Bolsa Família alcançou o seu maior reajuste na história.
O que a esquerda hipócrita e mentirosa omite da população — porque revela sua profunda incompetência — é o fato vergonhoso de que o próprio Bolsa Família passou quase 4 anos sem nenhum aumento sob a gestão petista. E o ápice do cinismo foi ver o presidente da República vir a público, na véspera das eleições, alegar que “não sabia” do congelamento. Me poupe! É uma ofensa à inteligência do brasileiro tentar convencer o país de que o chefe do Executivo ignorava a situação do principal programa social do governo.
O caso de Felca e a chantagem eleitoral com os programas sociais revelam a mesma face da mesma moeda: um grupo político que manipula a dor, explora a miséria, mente sem pudor e usa a máscara da bondade apenas para garantir privilégios e o poder a qualquer preço. A máscara caiu, e a sociedade já enxergou quem é quem.










