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Com show de garra e Messi decisivo, Argentina elimina a Inglaterra e está na final

Com show de garra e Messi decisivo, Argentina elimina a Inglaterra e está na final

Com atuação de gala de Messi com direito a duas assistências e virada emocionante, seleção hermana prova que o futebol se vence com alma e vontade; Inglaterra sucumbe ao medo de seu treinador e Brasil amarga crise profunda.

Em um duelo que ficará marcado na história desta Copa do Mundo, a Argentina mostrou ao mundo o verdadeiro significado da palavra “futebol”. Ao bater a Inglaterra por 2 a 1, com gols de Enzo e Lautaro Martínez, os hermanos carimbaram o passaporte para a grande final contra a Espanha, no próximo domingo.

A partida começou com os ingleses abrindo o placar com Gordon, aos 9 minutos do segundo tempo. A partir daí, o que se viu foi um retrato da covardia tática.

O treinador da Inglaterra, em um movimento desesperado e retrógrado, “empilhou zagueiros” e ordenou que o time se encolhesse em seu campo defensivo.

Portanto, jogando por nenhuma bola, esperando o tempo passar e sem qualquer ambição ofensiva, a Inglaterra ficou pequena diante da grandeza do clássico e acabou sofrendo o merecido castigo.

O time britânico, que sonhava com uma final após 60 anos, teve em Kane e Bellingham figuras nulas, que não ameaçaram.

O Show de Messi: a genialidade que não conhece idade

Se a Inglaterra se apequenou, a Argentina se agigantou por meio da figura de um homem só: Lionel Messi. Aos 39 anos, o camisa 10 deu uma aula de como se deve honrar uma camisa. Não é apenas a genialidade técnica, é a entrega. Aos 90 minutos de jogo, era possível ver o craque dando carrinhos, voltando para marcar e liderando a pressão sobre a saída de bola inglesa.

Messi não é apenas um jogador espetacular; ele é a personificação da garra. Enquanto muitos, na sua idade e com sua história, estariam em ritmo de despedida, ele corre como um garoto que busca o primeiro título. É um craque que tem “sangue nos olhos” e a vontade de vencer que falta a tantos outros jogadores que se julgam estrelas.

O contraste com a mediocridade brasileira

Enquanto a Argentina se prepara para buscar o tetracampeonato, o Brasil mergulha em uma mediocridade técnica e emocional profunda. A nossa seleção hoje não figura nem entre as melhores da América do Sul. O futebol brasileiro atual é pobre, carente de raça e de comando.

A convocação de um “ex-jogador em atividade”, que viaja para a Copa sem condições físicas e machucado, apenas para constar no grupo, é o reflexo de uma gestão que ignora o comprometimento.

Enquanto a Argentina joga com o coração na ponta da chuteira, o Brasil coleciona vexames por falta de brio e por se apegar a nomes que já não entregam nada ao esporte.

Neste cenário de decepção, o nome de Neymar torna-se o símbolo da derrocada. O jogador, hoje, nada mais é do que um atleta superestimado, que não apresenta um futebol de alto nível desde que deixou o Barcelona.

Entre lesões constantes e polêmicas extra-campo, Neymar consolidou-se como um “pipoqueiro” de luxo. A realidade é dura, mas precisa ser dita: ele nunca foi, e jamais será, 1% do jogador que Messi é.

A verdade nua e crua é que Neymar é, hoje, um ex-jogador em atividade, que esqueceu como se joga futebol e que prefere os holofotes das brigas e das festas à glória dentro das quatro linhas.

O destino é a glória.

Domingo, no confronto contra a Espanha, a Argentina entrará em campo com o que sobra à seleção brasileira apenas na teoria: a vontade de vencer. Eles provaram que, se a qualidade técnica não bastar, a raça e a entrega de cada jogador em campo suprem qualquer ausência.

A Inglaterra, com sua retranca covarde, aprendeu da forma mais dolorosa que o futebol não perdoa aqueles que têm medo de jogar. Já a Argentina, sob a batuta de um capitão que corre como se fosse o primeiro jogo de sua vida, caminha a passos largos para a eternidade.

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