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Greve esvaziada: 86% dos médicos trabalham e 14 escolas retomam aulas em Divinópolis

Greve esvaziada: 86% dos médicos trabalham e 14 escolas retomam aulas em Divinópolis

Enquanto sindicatos e parlamentares de oposição tentam esticar paralisação sem objeto, a realidade dos fatos se impõe: 86% dos médicos ignoram greve e rede de ensino avança na normalização nesta segunda (13).

A distância entre o barulho dos discursos de palanque e a realidade prática do funcionalismo municipal de Divinópolis ficou ainda mais evidente nesta segunda-feira, 13 de julho de 2026.

Enquanto o Sindicato dos Trabalhadores Municipais (SINTRAM) e o Sindicato dos Trabalhadores na Educação (SINTEMD) tentam, a todo custo, inflar manifestações de rua no Quarteirão Fechado e na Praça do Santuário, os números oficiais de adesão despencaram, revelando um esvaziamento.

Nos bastidores da Câmara e das redes sociais, a insistência de um grupo minoritário de oposição em manter os servidores sob um clima de pânico esbarra no cansaço da própria categoria.

Servidores da ponta começam a perceber que estão sendo utilizados como massa de manobra política para alimentar narrativas eleitorais.

Portanto, optando por priorizar o atendimento à população e a segurança de seus próprios salários em vez de abraçar uma greve que já perdeu o objeto jurídico.

Educação: Mais Oito Escolas Desistem da Greve e Retomam Aulas

O golpe mais duro na narrativa de “adesão geral” propagada pelas lideranças sindicais veio diretamente da rede municipal de ensino. Em um movimento claro de busca pela normalidade, mais oito unidades escolares da rede municipal retomaram suas atividades regulares nesta segunda-feira (13).

Com essa expressiva debandada do movimento paredista, Divinópolis passa a contar com 14 unidades escolares em pleno funcionamento.

O retorno gradual assegura o cumprimento dos dias letivos e estanca o prejuízo que vinha sendo imposto diretamente aos estudantes e às famílias. Professores e educadores vêm escolhendo a sala de aula e rejeitando o isolamento provocado por promessas de reversão legislativa que são fática e juridicamente impossíveis.

Saúde: 86% dos médicos ignoram convocação sindical e mantêm atendimento.

Se na Educação o isolamento avança a passos largos, na área da Saúde a tentativa de paralisação completamente esvaziada.

O chamado de greve de 24 horas direcionado aos médicos da rede pública municipal registrou a adesão de apenas 26 profissionais.

Esse número representa um índice inexpressivo de aproximadamente 14% do total de 181 médicos que integram o quadro da saúde do município.

Na prática, a esmagadora maioria dos profissionais — cerca de 86% dos médicos de Divinópolis — ignorou solenemente as faixas e carros de som dos sindicatos.

Portanto, permaneceu em seus postos de trabalho, garantindo a continuidade da assistência, das consultas e dos atendimentos de urgência para a população.

O Teatro do Absurdo: Mobilização Focada no Engajamento de Redes Sociais

Mesmo diante de um esvaziamento, as cúpulas sindicais e vereadores que patrocinam o movimento agendaram um cronograma de atos para o período vespertino.

Incluindo uma concentração às 14h no Quarteirão Fechado da Rua São Paulo e uma assembleia às 16h30 na Praça do Santuário.

Utilizando termos de forte apelo emocional na internet, os organizadores tentam criar uma ilusão de união das carreiras.

No entanto, a estratégia visa apenas salvar as aparências e garantir cliques para parlamentares oposicionistas de olho em outubro.

Portanto, jogam com a segurança financeira do trabalhador comum, que agora corre o risco real de sofrer cortes severos de ponto na folha de pagamento por insistir em uma paralisação sem base legal.

A realidade das escolas abertas e dos consultórios funcionando demonstra que o servidor de Divinópolis escolheu a responsabilidade e o respeito ao cidadão.

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