Repudiamos veementemente os ataques pessoais desferidos por uma professora ligada ao Partido Novo contra a vereadora Ana Paula do Quintino; a divergência de ideias jamais justifica a agressão à dignidade humana.
A política, em seu estado mais nobre, constitui um embate de ideias, projetos e visões de mundo. No entanto, o que testemunhamos nesta semana em Divinópolis foi o completo avesso desse princípio.
Após cumprir seu papel constitucional de fiscalizar a “entrega” do Hospital Regional pelo governador Romeu Zema e seu vice Mateus Simões, a vereadora Ana Paula do Quintino tornou-se alvo de um ataque preconceituoso e covarde.
Uma professora ligada ao Partido Novo, ao invés de debater os pontos levantados pela parlamentar, optou pelo caminho rasteiro da gordofobia.

A Substituição do Argumento pelo Ataque Pessoal
Ana Paula do Quintino criticou a forma como o Estado apresentou a obra, utilizando sua experiência e o conhecimento histórico que possui sobre o hospital.
Em resposta, a agressora, que sequer reside em Divinópolis, atacou a aparência física da vereadora, sugerindo que ela “não caberia” na unidade de saúde. Além disso, como bem pontuou a parlamentar, esse tipo de postura revela a incapacidade de discutir no campo das ideias.
- A agressora perdeu qualquer razão ao levar a discussão para o campo pessoal.
- O ataque visou a mulher pública no exercício de sua função.
- A tentativa de humilhação estética serviu como cortina de fumaça para evitar as críticas legítimas ao governo.
O Papel da Mulher Pública e o Direito à Crítica
A vereadora demonstrou maturidade e resiliência ao enfrentar o comentário. Ela reiterou que, como pessoa pública, está aberta a críticas positivas e negativas sobre seu trabalho.
Contudo, invadir a vida pessoal e utilizar características físicas como arma de arremesso político é uma prática inaceitável que o Centro-Oeste Notícias repudia sem concessões. Portanto, Ana Paula afirmou com altivez: “Eu sei que eu sou gorda e o dia que eu ver que eu preciso emagrecer, aí fica a minha vontade e não a dela”.
Além disso, a parlamentar lembrou que é usuária fiel do SUS, frequentando a UPA e unidades de saúde, e que utilizará o Hospital Regional como qualquer outro cidadão.
O ataque da professora de Brumadinho não atinge apenas a vereadora, mas ofende todas as mulheres que ocupam espaços de poder e são diariamente julgadas por critérios que nada têm a ver com sua competência ou caráter.
Conclusão: Nossa Solidariedade
O Centro-Oeste Notícias cerra fileiras com a vereadora Ana Paula do Quintino neste momento. Portanto, não podemos permitir que o debate sobre o futuro da saúde em Divinópolis seja manchado pelo preconceito de quem não tem argumentos para sustentar as ações do Governo do Estado.
A entrega do Hospital Regional um tema de interesse público e debatido com seriedade, e não com ataques honra de quem ousa questionar.
Certamente, o preconceito diz muito mais sobre quem o pratica do que sobre quem o recebe. Portanto, que este episódio sirva para refletirmos sobre a necessidade de humanizar a política e banir, de uma vez por todas, a gordofobia e qualquer outra forma de discriminação do nosso convívio social.
O PRECONCEITO NÃO PODE CALAR A FISCALIZAÇÃO POLÍTICA!










