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Zema prioriza privilégios próprios, aumenta conta da Copasa e ignora saúde, afirma Lohanna França

Zema apoia projeto da Deputada Lohanna França que autoriza doação do Hospital Regional de Divinópolis à UFSJ

Deputada estadual Lohanna França, do PV, afirma que o governador Romeu Zema ignora a saúde pública enquanto acelera pautas que ampliam privilégios e tarifas.

A deputada estadual Lohanna França,(PV), fez um posicionamento público contundente ao criticar as prioridades do governador Romeu Zema. Segundo ela, “o governo estadual acelera decisões que ampliam privilégios, mas ignora a saúde pública”.

Logo no início da manifestação, Lohanna afirmou: “Vocês viram quais foram as prioridades do governador nos últimos dias?”. Em seguida, ela destacou decisões recentes do Executivo estadual que, conforme declarou, “impactam diretamente a população mineira”.

A deputada ressaltou que Romeu Zema “decidiu ampliar privilégios para ex-governadores, especialmente na área de segurança”. Além disso, ela afirmou que o governador “optou por aumentar o valor da conta da Copasa, que pesa no bolso das famílias mineiras”.

Enquanto isso, segundo Lohanna França, o governo “sancionou com extrema rapidez o projeto que autoriza a venda da empresa”. Para ela, essa agilidade contrasta com a lentidão em pautas consideradas essenciais.

Data limite para a sanção

Na sequência, Lohanna fez o alerta central de seu discurso. “Estamos chegando à data limite para a sanção do projeto de lei de minha autoria”, declarou. O texto, conforme explicou, “autoriza o Estado a doar o Hospital Regional de Divinópolis para a Universidade Federal de São João del-Rei”.

A deputada reforçou que o hospital “representa uma promessa antiga do governador Romeu Zema”. Segundo ela, “essa entrega apareceu no plano de governo de 2018 e voltou a aparecer no plano de 2022”.

Entretanto, conforme enfatizou Lohanna França, “as datas mudaram, uma eleição passou, outro veio, e o hospital não saiu do papel”. Ela afirmou ainda que “não houve qualquer formalização dessa entrega”.

Agora, segundo a parlamentar, “além do atraso histórico, o governo também trava uma etapa burocrática fundamental”. Segundo ela, “sem essa sanção, o hospital universitário não entra em funcionamento”.

Lohanna destacou que o projeto “não se trata de um detalhe administrativo”. Para ela, “essa decisão define se o Hospital Regional de Divinópolis atenderá finalmente a população do Centro-Oeste de Minas”.

Em tom direto, a deputada questionou as escolhas do governador. “Zema precisa decidir se continuará priorizando apenas o que beneficia ele e o grupo dele”, afirmou. Logo depois, acrescentou: “Ou se vai priorizar a saúde, o interesse público e a vida dos mineiros”.

A parlamentar frisou que o impacto atinge, sobretudo, “a população do Centro-Oeste de Minas, que aguarda esse hospital há anos”. Segundo Lohanna, “não existe justificativa para tamanha demora”.

Ainda conforme a deputada, “o governo demonstra velocidade quando o assunto envolve privilégios”. Por outro lado, ela disse que “quando o tema é saúde pública, o silêncio e a morosidade predominam”.

Por fim, Lohanna França reforçou que “o prazo legal para a sanção está se esgotando”. Ela concluiu afirmando: “A sociedade precisa cobrar, porque o Hospital Regional de Divinópolis não pode continuar sendo tratado como promessa vazia”.

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