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PF apreende moeda falsa enviada pelos Correios em Guaxupé

PF apreende moeda falsa enviada pelos Correios em Guaxupé

Ação da Polícia Federal intercepta encomenda postal com cédulas suspeitas, identifica envolvido e amplia investigação sobre circulação de dinheiro falso na região.

A Polícia Federal apreendeu cédulas com indícios de falsificação durante uma operação realizada na terça-feira, (13/01), no município de Guaxupé, no Sul de Minas Gerais. A ação integrou diligências para o cumprimento de um mandado de busca e apreensão conduzido por policiais da Delegacia da Polícia Federal em Divinópolis.

Durante a operação, os agentes interceptaram e acompanharam a entrega de uma encomenda postal considerada suspeita. Em seguida, a equipe realizou a abordagem e abriu o pacote, onde encontrou R$ 1.000,00 em notas supostamente falsas.

O valor estava dividido em dez cédulas de R$ 100,00. As notas permaneciam escondidas no interior de uma revista de passatempos do tipo “caça-palavras”, estratégia usada para tentar burlar a fiscalização postal e dificultar a identificação do conteúdo ilícito.

Menor de idade

O destinatário da encomenda, um menor de idade, recebeu o pacote no momento da ação policial. Logo depois, os agentes o conduziram à Delegacia de Polícia Civil de Guaxupé para prestar esclarecimentos, em respeito ao Estatuto da Criança e do Adolescente.

Por se tratar de crime de competência federal com reflexos locais, a Polícia Federal adotou os procedimentos legais cabíveis. Após a formalização do registro, o jovem foi liberado sob a responsabilidade de seus representantes legais.

As cédulas apreendidas seguirão para perícia técnica oficial, que vai confirmar a falsidade do material. Enquanto isso, a Polícia Federal mantém as investigações para identificar a origem das notas e outros possíveis envolvidos na cadeia de fabricação e distribuição da moeda falsa.

A Polícia Federal alertou que a fabricação, a aquisição ou a circulação de moeda falsa configura crime grave. Segundo a legislação, a pena prevista varia de três a doze anos de reclusão, além de multa.

Além disso, a instituição reforçou que ações como essa visam proteger o sistema financeiro, coibir crimes federais e impedir prejuízos à população e ao comércio local. As investigações continuam em andamento.

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