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“Lula” é preso em Barretos após trabalho conjunto da polícia civil de Minas Gerais e São Paulo

Lula é preso em Barretos após trabalho conjunto das polícias civis de Minas Gerais e São Paulo

A Polícia Civil de Minas Gerais, em ação conjunta com a Polícia Civil de São Paulo, prendeu na manhã desta quinta-feira (18/12) Cleidemar de Carvalho Neto, de 47 anos.

Investigado não demonstrou interesse pessoal em se entregar, tentou se ocultar em outros estados e localizado após trabalho conjunto das polícias civis de Minas Gerais e São Paulo

Conhecido como “Lula”. Ele investigado por um homicídio ocorrido na noite de 31 de agosto, no interior de um bar localizado no bairro Cerqueira Lima, em Itaúna.

A prisão preventiva cumprida na cidade de Barretos, no interior paulista, após intenso trabalho de inteligência conduzido pela Delegacia de Polícia Civil de Itaúna. Durante as investigações, os policiais identificaram que o suspeito passou por diversas cidades mineiras antes de se esconder no estado de São Paulo, onde acabou localizado com o apoio da PCSP.

Segundo o delegado responsável pelo caso, João Marcos do Amaral Ferreira, o inquérito policial concluído e Cleidemar formalmente indiciado por homicídio consumado triplamente qualificado. Segundo ele, “o indiciamento se deu em razão do motivo fútil, do recurso que dificultou a defesa da vítima e do perigo comum gerado”.

Motivação passional

Conforme apurado pela Polícia Civil, o crime teve motivação passional. A vítima, um idoso de 67 anos, estava sentada sozinha dentro do bar quando o suspeito se aproximou por trás e efetuou diversos disparos de arma de fogo.

Ele utilizando um revólver calibre 38, sem que houvesse qualquer possibilidade de defesa. Antes de atirar, o autor teria afirmado: “isso é para você aprender a não mexer com mulher dos outros”.

Mesmo atingida, a vítima tentou fugir do local. No entanto, novamente alvejada, caiu ao chão e sofreu novos disparos à queima-roupa. O idoso chegou a ser socorrido, mas não resistiu e morreu.

Durante a investigação, cerca de dez testemunhas ouvidas. Portanto, o conjunto de provas reunidas permitiu à autoridade policial representar pela prisão preventiva do suspeito, medida deferida pelo Poder Judiciário.

Após o cumprimento do mandado, Cleidemar de Carvalho Neto encaminhado ao sistema prisional, onde permanece à disposição da Justiça.

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